1ª DOR DE NOSSA SENHORA    “A Profecia de Simeão sobre Jesus”
Igreja Matriz – Sábado – 17/03/2018 – 19h30
Simeão os abençoou e disse à Maria, sua mãe: “Eis que este menino está destinado a ser ocasião de queda e elevação de muitos em Israel e sinal de contradição. Quanto a ti, uma espada te transpassará a alma” (Lc 2,34-35). Nesta Primeira Dor, o coração de Maria Santíssima é transpassado por uma espada, quando Simeão profetizou que o Filho dela seria a salvação de muitos, mas também serviria para ruína de outros. A virtude que aprendemos nesta dor é a da santa obediência. Sejamos obedientes aos superiores, porque são eles instrumentos de Deus.

2ª DOR DE NOSSA SENHORA
“A Fuga da Sagrada Família para o Egito”

Igreja Matriz – Domingo – 18/03/2018 – 19h
Celebramos hoje a 2ª Dor de Nossa Senhora, a FUGA DA SAGRADA FAMÍLIA PARA O EGITO. O que tal fuga poderia significar de provação para Maria, que tinha apenas 15 anos, tendo de fazer uma longa e penosa viagem para uma terra hostil, distante não só de sua terra natal, mas também de sua religião? Tantas privações, ó Mãe, levam-nos a recordar que hoje também muitos de nossos irmãos, vítimas de catástrofes naturais, de guerras, tráficos de pessoas, sofrem um forçado desterro, perambulando por países estrangeiros em busca de algum lugar onde possam fazer morada. E muitas vezes só encontram a hostilidade, a doença e a morte.

3ª DOR DE NOSSA SENHORA
“A Perda do Menino Jesus”

Igreja Matriz – Segunda-feira – 19/03/2018 – 19h30
Irmãos e irmãs, celebramos hoje a 3ª Dor de Nossa Senhora, a Perda do Menino Jesus. Quanta preocupação e apreensão de Maria Santíssima com a perda de Seu Filho! Sem uma notícia sequer, exausta depois de tanto procurar, podermos imaginar a desolação em que se encontrava a Mãe de Deus, perguntando-se a si mesma no que teria falhado no seu zelo materno. Após o encontro do Menino Jesus, a amorosa queixa de Maria, tão natural a uma mãe naquela situação, foi respondida com uma misteriosa simplicidade: “Não sabíeis que devo ocupar-me das coisas de meu Pai?”.

4ª DOR DE NOSSA SENHORA
“O doloroso encontro no caminho do Calvário”

Igreja Matriz – Terça-feira – 20/03/2018 – 19h30
Irmãos e irmãs, celebramos hoje a 4ª Dor de Nossa Senhora, Maria encontra Jesus a caminho do Calvário. Não houve palavras, porém houve gestos. A Mãe abraçou e beijou o Filho consciente de que aquela seria a última vez. Maria consolou a Cristo como ninguém no mundo O poderia consolar. Verdadeiramente, dos dois lados não existiu dor igual àquela dor.

5ª DOR DE NOSSA SENHORA
“Maria assiste ao sofrimento e morte de Jesus na Cruz”
Igreja Matriz – Quarta-feira – 21/03/2018 – 19h30
Irmãos e irmãs, celebramos hoje a 5ª Dor de Nossa Senhora, a Morte de Jesus na Cruz. Maria de pé, junto à Cruz! Seria possível exigir de uma mãe maior sacrifício que o de ver seu Filho todo chagado, prostrado e agonizante? Na Paixão de seu Divino Filho, Nossa Senhora sofreu de tal forma, uniu-se de tal modo ao sofrimento redentor d’Ele, que é reconhecida pela Igreja como Corredentora do gênero humano. Com que heroica coragem Maria acompanhou, até o último instante, os incríveis tormentos da Paixão.

6ª DOR DE NOSSA SENHORA
“Maria recebe o corpo do Filho tirado da Cruz”
Igreja Matriz – Quinta-feira – 22/03/2018 – 19h30
“Tudo está consumado!” Com estas palavras, conclui-se o sacrifício redentor de Cristo; não havia mais nada a sofre, mais nada a pagar por nossas misérias, nenhum suplício sequer. O Cordeiro de Deus fora finalmente imolado e seu sangue aspergido sobre a humanidade. Entretanto para Maria o sofrimento não estava encerrado… Transpassada cinco vezes pela espada de dor prevista do Simeão, Ela seria novamente golpeada, e desta vez pela espada da solidão.

7ª DOR DE NOSSA SENHORA
“Maria observa o corpo do Filho a ser depositado no sepulcro.”

Igreja Matriz – Sexta-feira – 23/03/2018 – 19h30
Irmãos e irmãs, celebramos hoje a 7ª Dor, Maria observa o corpo do Filho a ser depositado no sepulcro. Maria contempla o corpo do Filho sendo depositado no Sepulcro. Toda mãe sofre amargamente a perda de um filho. Após o sepultamento de Jesus, Maria começa a se recordar de cada instante vivido junto de Cristo. Todas as dificuldades e todas as alegrias voltaram à memória da Virgem. No entanto, nem as recordações dos momentos agradáveis passados ao lado do Filho ofereciam-lhe algum conforto. Pelo contrário, tudo era motivo de angústia. Era a sétima espada de dor, que trazia consigo um sofrimento que só se extinguiria com a tão esperada aurora da Ressurreição.